The Hour of The Golden Sun

 


A Hora do Sol Dourado

Oi Junho 2026!

O meu espírito passou a última semana clamando por cheiro de mato, por cheiro de terra, pelo canto dos pássaros, por pôr- do- Sol dourado e por uma energia quase nostálgica da minha infância e de conexão genuína com a natureza...

Eu precisava tocar em uma árvore e me conectar com o que há de mais sagrado nesse mundo, aliás a única coisa: a própria vida. O pôr- do Sol me trouxe lembranças de épocas da minha vida onde eu não sabia de nada do que eu sei hoje e mesmo assim eu estava lá, presente na minha integridade (e por isso me lembro de tudo).

Me lembrei do meu pai deixando eu e minha irmã Michele ficar cheias de barro de tanto brincar a tarde toda, lembrei da minha irmã Carol e das tardes maravilhosas que passamos juntas tentando encontar o ângulo perfeito das fotografias, me lembrei de amar o Patrick sob um céu estrelado no auge da nossa paixão. As memórias voltaram só pra confirmar que independente da época, da idade e das pessoas: eu estive presente e estou presente agora.

O tempo/espaço por aqui tem se dividido claramente em dois: de um lado está quem escolhe viver a própria visão de tempo lento, com presença, sem distração, com beleza, permissão para a tentativa/erro e principalmente sem querer provar nada pra ninguém. E a outra linha de tempo estão os que se distraem com o mundo, vivendo no automático, sem sentido e querendo validação externa a todo custo como se a própria salvação dependesse disso.

Nunca tivemos tanta informação disponível como agora e em contrapartida nunca houveram tantas pessoas esquecendo de como a simplicidade da vida ainda é a base da felicidade. E se você me pergutasse o que é felicidade, eu te diria que é estado de presença. Porque com presença até o simples se torna extraordinário.

Basta você estar lá, de corpo e alma.

♪ ♫ Golden Age - Jamestown Revival










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